O inventário é o procedimento necessário para regularizar os bens deixados por uma pessoa falecida. Ele pode ser judicial ou extrajudicial, dependendo da situação dos herdeiros, existência de testamento e possibilidade de acordo.

Por que não deixar o inventário para depois?

A demora pode gerar dificuldades para vender imóveis, movimentar valores, regularizar documentos e resolver a partilha entre os herdeiros — além de gerar multas e custos crescentes.

Problemas comuns

  • Imóveis sem regularização.
  • Herdeiros com dúvidas sobre direitos.
  • Conflitos familiares sobre partilha.
  • Inventário atrasado e multa do ITCMD.
  • Dúvidas sobre custos, documentos e prazo.

Planejamento sucessório

Antes do inventário, o ideal é planejar. Por meio de doação, holding familiar, testamento ou outras estruturas, é possível organizar a sucessão patrimonial em vida — protegendo família e patrimônio, reduzindo conflitos e custos. Atuação combinada com Direito Imobiliário para imóveis e Civil para empresas.

Atendimento jurídico

O Dr. Lucas Notaro, pós-graduado em Direito de Família e Sucessões pela EBRADI, orienta sobre documentos, caminho adequado, possibilidades de acordo e providências para concluir a regularização patrimonial.